I'm not like them and I can't pretend
De fato, Gustavo, reclamamos muito dos outros, como eu já havia dito no outro blog, e pouco de nós mesmos, a não ser que façamos algo do qual nos arrependemos. Porém, discordo de você num ponto: se somos vários durante nossa estada neste mundo conturbado e cheio de sofrimento, como podemos nos auto-avaliar? Você há de convir que é um pouco difícil fazê-lo, uma vez que o fato de estarmos numa eterna mutação, leva a uma possível inexistência de um "eu", e, assim, a uma improvável avaliação consistente deste "eu". Talvez pela ignorância deste fato reclamamos e julgamos tanto as outras pessoas, mas não posso afirmar qual o motivo de fazermos em menor escala o mesmo conosco, talvez prefiramos não ver que, em certo momento, fizemos algo errado, é mais fácil se enganar, viver na ignorância.
Bem, depois deste show de pedantismo me despeço pedindo que aqueles que entenderam o que eu escrevi (se é que é possível isso) me expliquem, por favor.


3 comentários:
isso tá um lixo, depois eu deleto essa aberração.
aí cara, quando você não tiver nada pra dizer, fica quieto, valeu?
hahahaha... eu ia entrar na fila tb... mas se o assunto é auto avaliação, acredito q ela exista, não a ponto de julgar e apontar falhas na sua presente pessoa mas naquilo q vc acredita já ter deixado pra trás... note bem, disse acredita, pq acho q na verdade os nossos eus sempre estão lá, em menor escala mas presentes...
bjs!
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