25 setembro 2005

I'm not like them and I can't pretend

De fato, Gustavo, reclamamos muito dos outros, como eu já havia dito no outro blog, e pouco de nós mesmos, a não ser que façamos algo do qual nos arrependemos. Porém, discordo de você num ponto: se somos vários durante nossa estada neste mundo conturbado e cheio de sofrimento, como podemos nos auto-avaliar? Você há de convir que é um pouco difícil fazê-lo, uma vez que o fato de estarmos numa eterna mutação, leva a uma possível inexistência de um "eu", e, assim, a uma improvável avaliação consistente deste "eu". Talvez pela ignorância deste fato reclamamos e julgamos tanto as outras pessoas, mas não posso afirmar qual o motivo de fazermos em menor escala o mesmo conosco, talvez prefiramos não ver que, em certo momento, fizemos algo errado, é mais fácil se enganar, viver na ignorância.

Bem, depois deste show de pedantismo me despeço pedindo que aqueles que entenderam o que eu escrevi (se é que é possível isso) me expliquem, por favor.

3 comentários:

Leo disse...

isso tá um lixo, depois eu deleto essa aberração.

Anônimo disse...

aí cara, quando você não tiver nada pra dizer, fica quieto, valeu?

Anônimo disse...

hahahaha... eu ia entrar na fila tb... mas se o assunto é auto avaliação, acredito q ela exista, não a ponto de julgar e apontar falhas na sua presente pessoa mas naquilo q vc acredita já ter deixado pra trás... note bem, disse acredita, pq acho q na verdade os nossos eus sempre estão lá, em menor escala mas presentes...

bjs!