07 setembro 2005

Um assassinato

Ontem (já passou de meia-noite) a matemática discreta foi cruelmente assassinada, e com isso houve "serenata" na faculdade. O que me fez pensar se um dia conseguirei mesmo aprender a tocar esse instrumento de cordas, se conseguirei montar uma banda, se vamos fazer mesmo um filme (para um dia sentarmos no sofá do Jô). Ou seja, delirei, viajei, mais uma vez, em meus sonhos futuristas que dependem do que eu faço e deixo de fazer no presente. É claro que é possível que realizemos tudo isso que disse, mas para isso é preciso esforço, independente de sermos o que pensamos que somos, o que nem sempre é a realidade (droga, essa niguém vai entender).

Não haverá uma banda da qual eu faça parte se não me esforçar para aprender o mínimo sobre música e sua teoria; não haverá filme se não, em primeiro lugar, tivermos uma câmera, e se não lermos um pouco pelo menos sobre as técnicas que são usadas para se fazer um filme.

Bem, da mesma forma, não haverá um país que seja uma nação se não houver da parte de cada cidadão a consciência de que todos fazem parte do mesmo partido chamado Brasil.

É isso.
Viva D. Pedro!

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