29 agosto 2005

"We're all different behind the eyes"

Tá. Sei que falar sobre Pearl Jam já deve estar enchendo o saco dos poucos que acessam este humilde blog. Mas me ocorreu, ainda há pouco, enquanto tentava pensar em algo para postar, essa frase: somos todos diferentes por trás dos olhos (acho que é isso), que faz parte de I am mine, do PJ. Bem, acho que é só dizer isso e recomendar a música para quem não ouviu, acho que em meio a podridão em que se encontra tudo, tanta falsidade, hipocrisia... Bem, não sei, acho que essa música fala um pouco sobre isso, sobre pessoas que se esquecem de tudo, de quem são, do que sentem... para se tornarem pessoas egoístas, querendo mais e mais...

É isso (pelo menos eu acho, mas a música é boa). Já falei muito. Até.

Impaciência

Off He Goes

One...Two...One...Two
Know a man
His face seemed pulled and tense
Like he's ridin' on a motorbike
In the strongest winds
So I approach with tact
Suggest that he should relax
But he's movin' much too fast
Said he'll see me on the flip side
On this trip he's taken for a ride
He's been takin' too much on
There he goes with his perfectly unkept hope
There he goes
He's yet to come back
But I seen his picture
It doesn't look the same up on the rack
We go way back I wonder 'bout his insides
It's like his thoughts are too big for his size
He's been taken...where, I don't know
Off he goes with his perfectly unkept hope
There he goes
And now I rub my eyes, for he has returned
Seems my preconceptions are what should have been burned
For he still smiles...
And he's still strong
Nothing changed but the surroundin' bullshit
That has grown
And now he's home and we're laughin'
Like we did, my same old, same old friend
Until a quarter to ten I saw the strain creep in
He seems distracted and I know just what is going to happen next
Before his first step, he's off again


Agora, estou postando esta música porque ela está na minha cabeça desde ontem. Então, antes de postar esta música, eu a ouvi e ouvi várias outras da banda que vai se apresentar aqui no Rio em dezembro. Esta música serviu de conforto para mim, neste últimos dois dias.

É só. E nada melhor do que ter a consciência tranquila depois de um dia tranquilo.

28 agosto 2005

Sei que nada sei. Isso não faz sentido, mas se fizer, nunca se sabe, né

Hoje, não vou continuar o post passado como havia mencionado anteriormente, não sei se por falta de interesse no assunto, ou por não estar com a cabeça boa pra escrever este tipo de assunto agora, talvez numa próxima oportunidade hoje mesmo ou outro dia eu volte a abordar este assunto (3ª vez que eu pronuncio esta palavra).

A escola vai indo sempre na mesma rotina (nem tanto, mas nunca se sabe, né) sem tirar nem pôr, como acontece na do Gustavo (acho eu, que isso deve ocorrer em todas as escolas, mas nunca se sabe, né). Cefet também está na mais perfeita desordem, se bem que eu estou me enturmando (ou seria inturmando, eu acho que assim fica estranho, mas nunca se sabe, né). A única coisa que mudará essa rotina serão as férias fora de época (greve, pra quem não sabe o que isso significa), e férias que pra mim são indesejáveis, devido à várias situações que podem e deixem de ocorrer, como ter aula em janeiro (só pra citar um exemplo e me desanimar também, mais do que já estou).

Não preciso nem comentar que sexta teve festa no Eduardo, pois o Gustavo já o fez. Não fui à festa do Diogo, não porque eu quis deixar de ir, mas porque tive outra pra ir. A festa foi maneira, curti (odeio pronunciar esta palavra, mas fazer o que, né) da minha maneira, mas não pude permanecer por muito tempo por um motivo que não vale apena comentar, e isso justamente quando o meu teor de adrenalina no sangue estava aumentando, e eu estavame surpreendendo comigo mesmo, por eu deixar de curtir da minha maneira e deixar vida me levar (grande Zeca, mas odeio quando isso ocorre não sei porque, mas fazer o que, né).

Mudando de assunto drasticamente [não que eu não queira falar mais sobre o assunto (5ª vez) acima, mas porque eu não acho que valha apena contar os pormenores], vou finalmente falar do assunto querido por mim desde o começo deste post. Assunto, assunto, assunto, assunto (10ª vez, p....). Filosofia, uma ciência tão bela, que é díficil entender pra que serve, mas é bem mais interessante que sociologia. E na minha opinião as melhores ciências, artes, etc.(mas com limite) que existem neste mundo infeliz, são as coisas mais complicadas de se entender. Este assunto, mesmo sendo o que eu queria postar, é o que contém menos coisas a serem escritas. A filosofia não sei se pode ser considerada uma ciência, não sei nem o que pode ser considerado, só sei que ela me ajuda a questionar as questões de uma maneira filosófica, me ajudou a aprender a fazer isso, antes de o fazer. Histórias de Platão (não o do Rock Bola), Sócrates (não o médico e ex-jogador), Homero, entre outros que me fascinam quando leio. Não vos falo que costumo ler essas histórias, mas apenas que me fascinam.

Atenção!!! Este texto não é recomendável para pessoas que não completaram o ensino fundamental.Citarei um trecho de, eu acho que é do Sócrates, e posteriormente usarei meu senso crítico para comentar a afirmativa:"Sei que nada sei."ou "A única coisa que sei é que nada sei." Isso não faz sentido, porque como que alguém pode saber que não sabe nada, se ela não sabe nada. Porque se ela não sabe nada ela não sabe nem que sabe o não saber, porque se soubesse que não sabe nada, ela saberia alguma coisa e não poderia fazer tal afirmação, pois não faria sentido como já não faz. E outra coisa, se ela não soubesse nada como é que estaria passando essa informação, como ela existiria, não sei, mas nunca se sabe, né?

P.S.: Não preciso falar que o Pearl Jam vem ao Rio de Janeiro, pois já foi mencionado pelo meu irmão. E se eles não viessem ao Rio, não faria sentido colocar uma música de dois cariocas, interpretada por João Gilberto, e que fala de uma mulher de um bairro carioca. Pena que só é um show aqui e dois em Sampa.

27 agosto 2005

Os caras vêm!!!!

PQP!! P...!!! Depois de saber na terça à noite (e ter ficado muito p...) que o Pearl Jam iria vir à São Paulo, e pensar que iriam só pra Terra da Garoa, soube hoje por meio do Marcio que (graças a Deus) eles virão também ao Rio, além de fazerem shows em Curitiba e em Porto Alegre. Mas apesar deles virem ao Rio eles só farão um show aqui, e dois em Sampa. Aí eu pergunto: o que esses paulistas têm que a gente não tem? Em outras palavras, por que eles não fazem dois shows aqui também?

Mas tudo bem, mesmo sendo um só show no Rio com certeza será o melhor deles no Brasil, pelo menos no que depender de nós do Múmias será. Não será?

Bem, mas mudando de assunto, não sabia que estava autorizado o comentário sobre o filme. Mas já que o Gustavo falou sobre ele também queria tecer alguns comentários a respeito.
Para começar, queria dizer que a folha em questão está sob meus demônios (domínios (hehehe... Chaves é f...)) e não creio que esteja muito aproveitável já que quem redigiu o que está escrito nela foi o Gustavo (hehehe). Brincadeiras à parte (tem crase isso?), espero que consigamos fazer o tal filme e que ele fique bom, que pelo que me consta foi idéia do Natura, só pra ficar claro (me corrijam se eu estiver errado).

Mas essa história de filme já é antiga, só que antes era mais brincadeira do que uma coisa séria, além do enredo ser muito diferente. Antes falávamos em fazer um filme contando um pouco sobre as situações e coisas engraçadas que nós fazíamos e falávamos. Agora, pelo que sei, a história do filme vai ser muito diferente, mas o que sei não é muito e não irei expôr aqui (talvez nem mesmo o Natura saiba, hehehe).

Bem, já falei demais (ou de mais). Queria encerrar dizendo que:
Pearl Jam in Rio, eu vou!

Putz, depois dessa não falo mais nada.

O garoto subindo a rua...

O garoto descendo a rua com o cabelo desarrumado e coma calça um pouco suja do ônibus e cansado após tatna coisa na cabeça. A garota subindo a rua arrumadinha com alguns livros na mão e um perfume de bom gosto. Quando so dois ficam no memso nível da calçada acontece o "oi". Aquele "oi" que pode ser um símbolo de um reencronto tão esperado e aguardado ou pode ser um simple e casual "oi". Mas o que ficou mesmo foi o prazer de um ver o outro e a sensação de que uma maior relação pode vir no futuro...

Depois desta (ou dessa, sei lá) entro eu com os meus comentários e pensamentos já que um blog serve pra vc falar o que pensa. A respeito da escola e dos cursos não vou falar nada, pois não mudou nada. Nessa sexta teve a festa do Eduardo que abalou as estruturas do segundo andar (hehehe) e Sábado vai ter a festa do Dioguinho e eu acabo de me lembrar de que hoje é sabado e são 7 e meia...Opa...Mas eu acho que não vou. Festas dentro de aps não são a minha praia e eu nem vou invadi-las.

Tirando as piadinhas sem graça a respeito do Ultraje a Rigor, vou tentar comprar o livro do Paulo Marchett a respeito de Brasília e da turma da Colina, pois eu sempre vou adimirar a história daqueles caras do "faça vc memso, pega a tomada emprestada e toca". Vou ver se eu tenho dinheiro, né...Tá rolando também no CCBB uma exposição de filmes de um movimento francês que não lembro o nome e tem um filme lá com participação de Godard e Glauber Rocha.

E o filme? Eu fico até rindo do projeto do nosso filme. Temos capacidade, é claro, até porque não somos tão alienados e idiotas quanto várias pessoas por aí, mas com a nossa inexperiência, chega a ser engraçado fazer um filme do nada e partir logo para o roteiro. E o que sobrou dele foi uma folha suja de gordura com uma cena só. Mas o que vale mesmo é a nossa idéia...Acabei o Policarmo Quaresma e começei o Paiol de Pólvora, do Maurice Leblanc, o que eu recomendo pra quem gosta de romance policial.

E a vida vai indo, as semanas passam rápido demais e envelheçemos 10 semanas...Claro, vendo tanta tragédia e as coisas que vcs já estão acostumados e não preciso falar. Aluguei o Sétimo Selo, vou ver se é bom mesmo ou eu perdi tempo ouvindo o Sérgio Brito (brincadeira, hein). Bom, voi ficando por aqui hoje...E nunca esqueça: "As pessoas boas devem amar seus inimigos"

21 agosto 2005

Tetris


Contrastando com o post abaixo, observem como o prédio da Petrobrás parece um jogo de Tetris, não é?

Instinto Primitivo

Olá. Sem nenhuma demora, vou partir pra nossa conversa de hoje.
Hoje, eu resolvi falar de uma maneira um pouco mais séria. Falar de algo que é estranho, desconhecido, sem cura, ou que se cura com o tempo. Não, não é de drogas, nem de AIDS que vos falo. E depois de acabar de escrever este texto, acho que todos irão (ñ, ñ é irã em português de portugal) me criticar, mesmo os que concordarem comigo, mas tudo bem ñ ligo, então vou contar até 3, e só aí vou começar este assunto que nos intriga.
!,@,#
Amor é um sentimento tão puro quanto uma cachaça; vícia e causa dor. Sentimento este que não existe na realidade, mas que é psicológico, havendo a possibilidade de se tornar real. Real ou virtual, não interessa, o que importa é que além de nós sermos seres (ao contrário é a mesma coisa) de certa capacidade de racionar (mas ñ é o fazemos), somos também seres muito egoístas e de má índole (eu acho que no contexto está certo), e não seria justo um ser tão vil e cruel como o homem ser um ser (perceba que há ambigüidade) possuir um sentimento tão puro como este que vós é falado. Então, 'in my opinion'(I hate the english language): Nós, como quaisquer outros animais, somos seres dotados de um instinto, e esse é o nosso amor. O instinto é o que nos faz "amar", trair, etc. Ele não quer amar , quer a perpetuação, é essa a classificação dos nossos sentimentos. Não existe o amor se não existisse sofrimento. E as palavras ficam confusas sob a mais leve brisa que invade o meu sistema operacional (o cérebro), que é o aparelho que é o que nos engana. Sem conclusões precipitadas, por favor.
Se você acha que o que foi dito acima é falso, então viva sua vida ao lado de sua amada; se for, há várias Anas, Brunas, Carlas, Déboras, Evas, Fátimas, Gabrielas, Helenas, Isabelles, Júlias, Karmas, Letícias, Marianas, Nalvas, Olgas, Patrícias, Quimeras, Rafaelas, Sandras, Tânias, Uvas, Vitórias, Wandas, Xilocaínas, Yukinas, Zaratrustas,(ou se do sexo feminimo vc for, ponha tudo no masculino) para se procriar, escolha uma e seja feliz (mas esse já é outro assunto), por quê, ñ, né?
Amanhã, eu concluo esta minha existência, pondo aqui uma poesia que estava vagando por aí na mente antiga de um cara antigo (poesia essa que foi esquecida pelos imortais, e relembrada por um jovem que cursava sua, até então, oitava série, numa aula de português brasileiro) e que acha que está me comandando. (Note que nesta passagem do texto, o autor dá vida às teclas do teclado, que domina o narrador, virando assim uma espécie de Inteligência Artificial).
Tchau. Vaaleeu! Vaaleu! Valeu!
- Nada disso faz sentido - grita alguém na platéia.
- Eu já estou no auge da minha loucura - diz o narrador - eu preciso parar por aqui, isto é sério - finaliza.

20 agosto 2005

SACOOOO!!!

Nada, nada pra fazer. Faculdade, violinha (como se eu soubesse tocar algo decente), a esperança de poder ver o PJ aqui no Brasil (enquanto isso não acontece eu vou ouvindo os cd's deles), sem futebol, com muito dinheiro (não em minhas mãos, é claro, mas sim sendo roubado), e etc, etc, etc, etc. Mas o importante é que o Brasil é o futuro da nação, ou algo parecido.

Bem, dia desses o meu irmão veio com um fato novo sobre o futuro-suposto show do Pearl Jam: eles estariam trabalhando no próximo cd para justamente fazer uma turnê na América Latina, se isso é verdade, quem vai saber? Ainda mais vindo de quem veio essa informação.
Bem, mas o importante é não perder a esperança nunca.

Bem, pra encerrar este... não sei o que dizer. Consegui começar sem problemas, contrariando mais uma vez minha ilógica, mas não consigo encerrar...

Bem (e esse já é o terceiro), então vou deixar aqui meu apoio a meus colegas de blog e, por que não dizer, amigos. Me refiro às críticas que vêm sendo aqui deixadas por eles, de uma forma ou de outra, à geração a qual pertencemos, à sua postura, seus gostos, suas atitudes, vestimentas... Sim, eu também queria ter sido colega de Renato Manfredini Júnior e freqüentar as reuniões na Colina e discutir, mesmo que de maneira tosca, como faço, a situação política do país, a minha geração, e outras coisas, com algumas das pessoas que iriam se tornar mitos do rock brasileiro.

Às vezes me pergunto se é tudo mesmo tão ruim como falam e como penso que é, se quem fala isso não é tão alienado quanto os que eles acusam de serem alienados (e não vai aqui nenhum tipo de acusação ou coisa do tipo a ninguém que eu conheça, nunca é demais se explicar), se o que falamos não é só um reflexo em um espelho à nossa frente...

É isso, tenho que ir, vou dormir e amanhã discutirei com o pessoal um plano para mudar o mundo.

Ciao.

Chaves forever 2

Ah não...Terceira vez que esse muleque tá aqui hoje! Deve tá de sacanagem, vai fazer outra coisa, vai lavar uma louça. Tá querendo aparecer, bota uma foto pornográfica no Orkut ou uma melancia na cabeça. Isso é o que talvez alguns dirão de mim. Mas me desculpem os incomodados, eu não tenho mesmo coisa mais interassante pra fazer na net, por incrível que pareça. Então me resta esse blog.

Bom, olhei pra janela, pra estante, pro resto do meu pequeno quarto e não achei nenhum assunto referente pra escrever então vou entrelaçar umas besteiras com recordações até eu lembrar de alguma coisa melhor...Claro! Chaves e Chapolin! Duas das maiores séries de todos os tempos. Porque esse tema? Porque graças á uma novela mexicana o Chaves saiu do ar e não tem horário alternativo. Isto é uma vergonha!!, como diz Bóris Casói. Não há comparação entre esses progamas...Para vencermos essa luta, temos que ter atitude, o que muita vez falta nas revoltas...Atitude dentro das possibilidades é claro. Deixo aqui o site pra nós mandarmos cartas pedindo a volta do Chaves e Chapolin para o SBT. http://www.sbt.com.br/contato/

1-2

To aqui pela segunda vez hoje e não sei ainda o que vou falar. Tantos assuntos, tantas coisas. Um diálogo rápido pra não ficar tão chato...

Escola-chata
Curso de Inglês-mais interessante nessas últimas aulas
Curso de Matemática-Queria ter saído há muito tempo
Ramsés Oitavo-Mesma coisa
Mensalão-Sempre vai ter
Computador-Viciante
Livros-poucos nos últimos tempos
Música-Procuro mais conhecimento
Cinema-Sempre quero ir, mas nunca vou
Centro da cidade-muito interessante
Amor-pode vir ainda...
Eu-poucas mudanças
Dinheiro-não uso muito
Essa maneira desanimada de falar as coisas fúteis-nao tem preço

Mix

Ao som de Legião Urbana escrevo aqui, hoje, no Ramsés, dentro da minha casa, no meu quarto. Vários temas vão ser abordados por aqui, mas sempre levando em conta a minha opinião, o que é sempre bom lembrar. Sexta feira bem anormal essa, com umas 2 pessoas com quem eu não conversava muito virem falar comigo durante o recreio a respeito de assuntos....pessoais. Recreio da minha tão odiada, desnecessária, ditadurizada escola. Mas não falemos mal dela por enquanto...Continuam as aulas com as máterias que são o vilão que matou o mocinho do meu boletim esse bimestre. Várias coisas malucas como sempre e várias pessoas sem futuro nenhum passando do meu lado. Pena não tenho muita não, afinal vai ser menos um contra mim no vestibular. De resto esperânças foram readiquiridas com uma conversa com uma garota no recreio, mas os detalhes ficam pra depois...

A minha banda continua no mundo das bandas imaginárias (um pouco cheio é verdade) esperando uma oportunidade pra surgir, mas isso depende de mim e de mais duas pessoas, e como depende de seres humanos a coisa não se resolve fácil...Mas o sonho continua. Continua também o grande desconhecimento da minha parte e da maioria das pessoas de bandas não muito famosas. Isso se confirmou após várias reportagens lidas na Rock Press. As rádios também não ajudam muito em relação a isso porque sempre tocam as mesmas músicas das mesmas bandas, principalmente a rádio cidade.

Outro ponto que quero comentar aqui é a grande monopolização que a TV promove nos dias atuais. Alguém pode mudar de idéia de uma hora pra outra devido â TV. Aliás não temos mais progamas interessantes como antes...Essa nação tupiniquim só quer saber de novela e progama de fofoca. Mas fazer o que, né? Mandar uma carta ou telefonar pra Globo que não vai adiantar.

Cara, eu não incentivo ninguém, queria deixar isso bem claro, mas com o meu recente interesse por Pink Floyd, The Doors e várias coisas daquela época, dá vontade de tomar um Ele ésse dê pra poder realmente viajar nas melodias inacabáveis do Pink Floyd ou nas poesias fortes do Lagarto Rei. Deve ser maneiro você ver imagens pisicodélicas e coisas que vão além da realidade que vemos. Mas o que atrapalha que vicia...

Ah sim! Como poderia esquecer do Juca Risonho...Essa figura tão ilustre da MPB. Por favor nenhuma comparação entre Gugacrazy/Juca Risonho com Renato Russo/Eric Russel se não fica covardia. Aí vai outra poesia dele:

Ninguém e Todo Mundo

Nessas linhas mal feitas
Por uma inocente mão
Conto-lhes uma história
Lá do Sertão

Havia dois sujeitos:
O Ninguém e o Todo Mundo
Todo Mundo morava numa casa humilde
Ninguém era rico e tinha uma mansão
Todo Mundo era mentiroso e falso
Ninguém era honesto e trabalhador

Teve um dia que Todo Mundo quis matar Ninguém
Por pura raiva e inveja
Mas em compensação Ninguém queria matar Todo Mundo também
Mas no final Ninguém se matou
E só sobrou Todo Mundo

17 agosto 2005

nada demais, pra variar

e ae povo...
to aki na faculdade, q tá uma zona q só vendo..... bom, agora a aula começou.... (inha q ser professor de informática pra começar a aula 10:15, pqp...) vou lá...
blz, T+

14 agosto 2005

Livros, escola e cansaço

Oi. Depois de mais de uma semana (eu acho q até mais de 2) sem tê-los a vista, vou buscar alguns assuntos na minha mente pra refrescá-la e esquecer que daqui a pouco estará na hora do vestibular, do estágio, do emprego, das saudades da infância (que já são presentes, mas que ocorreram com mais freqüência). Claro que dessa época a única coisa que queria esquecer é da fase que era pagodeiro, mas que com certeza se eu não tivesse sido, não seria o mesmo de hoje.
As aulas começaram há duas semanas. Na primeira, só fui na sexta-feira (o q confirma o apelido), por estar cansado dessa rotina que parece nunca ter fim. Mas tive que retornar para essa rotina nessa semana e fui apenas pelo ato de ir, conversar com os colegas, dizer besteiras, rir do nada (quem me conhece sabe, quer dizer não sabe porque eu também não). Ontem teve a Olimpiada de Física, fiz por fazer (como eu mesmo digo: "fiz não para testar meus conhecimentos, mas para testar minha sorte". Como fiz na de Matemática, e vi que tenho sorte por ter passado). Ultimamente tenho achado isso, uma pessoa de sorte por estudar onde estudo, por colegas que tenho,... mas ao mesmo tempo em que tenho um azar desgraçado por uma série de outras razões.
Essa semana, mais precisamente ontem, comecei a ler por obrigação da escola (por obrigação sim, se não fosse nunca teria lido belas obras, como 'Lucíola', 'O Santo Inquérito', 'A Cartomante e outros contos', pois não tenho o hábito da leitura como milhares de brasileiros) o 'Dom Casmurro', que está alcançando seu clímax em minha leitura. Parece ser um bom livro, digno de Machado de Assis (não conheço muito, mas sei que foi um exímio escritor). Mas de todos os livros que li em minha vida, eu dou destaque para dois que são de natureza totalmente diferente: o primeiro é "Uma breve história no tempo - Do universo aos buracos negros" de Stephen Hawking, que é um livro científico belíssimo, eu recomendo esse livro pra quem gosta de física e assuntos universais; o outro é "Lucíola" de José de Alencar, que é de natureza romântica, tem um começo um pouco chato (talvez por eu não estar acostumado com muitas figuras de linguagem), mas que aos poucos foi me conquistando.
Bom, é isso! Estou de saco cheio do mensalão, espero que o Brasil mude um dia, mas espero que seja já. Este servo agradece a visita à este humilde blog.

Diga não à drogas

Tudo começou quando eu tinha uns 14 anos e um amigo chegou com aquele papo de "experimenta, depois quando você quiser é só parar..." e eu fui na dele.

Primeiro ele me ofereceu coisa leve, disse que era de "raiz", da terra, que não fazia mal, e me deu um inofensivo disco do Chitãozinho e Xororó e em seguida um do "Leandro e Leonardo".

Achei legal, uma coisa bem brasileira; mas a parada foi ficando mais pesada, o consumo cada vez mais freqüente, comecei a chamar todo mundo de "amigo" e acabei comprando pela primeira vez.

Lembro que cheguei na loja e pedi: " - Me dá um CD do Zezé de Camargo e Luciano." Era o principio de tudo! Logo resolvi experimentar algo diferente e ele me fereceu um CD de Axé. Ele dizia que era para relaxar; sabe, coisa leve... Banda Eva, Cheiro de Amor, Netinho, etc.

Com o tempo, meu amigo foi me oferecendo coisas piores: É o Tchan, Companhia do Pagode, Asa de Águia e muito mais.

Após o uso continuo eu já não queria saber de coisas leves, eu queria algo mais pesado, mais desafiador, que me fizesse mexer os quadris como eu nunca havia mexido antes, então, meu amigo me deu o que eu queria, um CD do Harmonia do Samba. Meu quadril passou a ser o centro da minha vida, razão do meu existir. Eu pensava só nesta parte do corpo, respirava por ela, vivia por ela!

Mas, depois de muito tempo de consumo, a droga perde efeito, e você começa a querer cada vez mais, mais, mais... Comecei a freqüentar o submundo e correr atrás das paradas. Foi a partir dai que começou a minha decadência. Fui ao show e ao encontro dos grupos Karametade e Só Pra Contrariar, e até comprei a Caras que tinha o Rodriguinho na capa. Quando dei por mim já estava com o cabelo pintado de loiro, minha mão tinha crescido muito em função do pandeiro, meus polegares já não se mexiam por eu passar o tempo todo fazendo sinais de positivo. Não deu outra: entrei para um grupo de pagode. Enquanto vários outros viciados cantavam uma musica que não dizia nada, eu e mais outros 12 infelizes dançávamos alguns passinhos ensaiados, sorriamos e fazíamos sinais combinados.

Lembro-me de um dia quando entrei nas Lojas Americanas e pedi a Coletânea As melhores do Molejão. Foi terrível!! Eu já não pensava mais!! Meu senso critico havia sido dissolvido pelas rimas miseráveis e letras pouco arrojadas. Meu cérebro estava travado, não pensava em mais nada. Mas a fase negra ainda estava por vir!

Cheguei ao fundo do poço ao limiar da condição humana, quando comecei a escutar popozudas, bondes, tigrões, motinhas e tapinhas (hoje em dia tem até eguinha pocotó!). Comecei a ter delírios, a dizer coisas sem sentido. Quando saía à noite para as festas, pedia tapas na cara e fazia gestos obscenos.

Fui cercado por outros drogados, usuários das drogas mais estranhas que queriam me mostrar o caminho das pedras... Minha fraqueza era tanta que estive próximo de sucumbir aos radicais e ser dominado pela droga mais poderosa do mercado: a droga limpa.

Hoje estou internado em uma clinica. Meus verdadeiros amigos fizeram a única coisa que poderiam ter feito por mim. Meu tratamento está sendo muito duro: doses cavalares de Rock, MPB, Progressivo e Blues. Mas o médico falou que eu talvez tenha de recorrer ao Jazz, e até mesmo a Mozart e Bach. Queria aproveitar a oportunidade e aconselhar as pessoas a não se entregarem a esse tipo de droga. Reajam. Os traficantes só pensam no dinheiro. Eles não se preocupam com a sua saúde, por isso tapam a visão para as coisas boas e te oferecem drogas. Se você não reagir, vai acabar drogado: alienado, inculto, manobrável, consumível, descartável, distante; vai perder as referências e definhar mentalmente.

Em vez de encher a cabeça com porcaria, pratique esportes e, na dúvida, se não puder distinguir o que é droga ou não, faça o seguinte:

· Não ligue a TV no domingo à tarde;

· Não escute nada que venha de Goiânia ou do interior de São Paulo;

· Não entre em carros com adesivos "Fui.....";

· Se lhe oferecerem um CD, procure saber se o indivíduo foi ao programa da Hebe ou ao Sabadão do Gugu;

· Mulheres gritando histericamente é outro indício;

· Não compre um CD que tenha mais de 6 pessoas na capa;

· Não vá a shows em que os suspeitos façam passos ensaiados;

· Não compre nenhum CD em que a capa tenha nuvens ao fundo;

· Não compre nenhum CD que tenha vendido mais de um milhão de cópias no Brasil;

· Não escute nada cujo o autor não consiga uma concordância verbal mínima;


Mas principalmente, duvide de tudo e de todos.

A vida é bela!!!! Eu sei que você consegue!!! Diga não às drogas!!

Atribuído a Luiz Fernando Veríssimo (?)
Por isso que eu digo: pagode tem cura. Ouça Nirvana.

Fudeu!


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13 agosto 2005

Título?

Pra começar queria dizer que enquanto escrevo estou ouvindo Vs, do Pearl Jam, um ótimo cd de uma banda melhor ainda, que aliás, para quem não sabe (acho que é meio difícil alguém que goste da banda não saber), pode vir ao Brasil, existe esta suspeita porque McCready e cia. puseram em seu site oficial um trecho da canção de Vinícius de Morais e Tom Jobin, interpretada por João Gilberto, Garota de Ipanema. Mas o que tem isso a ver? Bem, é que eles fizeram o mesmo antes de anunciar shows no Canadá, colocando um trecho do hino nacional, e na Filadélfia. Isso já faz um tempo e acho que até agora eles ainda não anunciaram nada a respeito (tá, eu posso estar mal informado ou desatualizado, o que é bem provável), mas o importante é não perder a fé, nunca.
Por enquanto é só, se eu consegui daqui a pouco eu volto.
Hasta!

Sagrada Terra de Ninguém

Depois de ler uma matéria gigante sobre Brasília na Rock Press e ver na TV uma reportagem de um evento que homenageou o nosso ilustríssimo senhor Malfredini Júnior é claro que o espírito daquela época quis como nunca penetrar na minha alma. Imagina...Devia ser tão maneiro aquilo tudo que pra mim acabou virando um mito. Todos aqueles grupos de garotos discutindo sobre rock e política, sempre com um sentimento jovem no rosto e em todo o corpo. Ter um André Pretorious do lado foi honra de alguns. Esse tal André que acabou virando lenda na Capital Brasileira por ter sido o primeiro a ter trazido vários discos de Punk da Inglaterra e ter introduzido a idéia do "faça você mesmo" pra galera da Colina e de outra partes também. Dá vontade de botar uma camisa com um AE enorme desenhado e andar pela ruas mostrando que você comtempla aquela época que teve grande importância para o Rock nacional tanto quanto para milhares de pessoas.

Hoje não vemos mais essas coisas...Acho que dá uma depressão em todos os jovens que vivenciaram ou conhecem um pouco daquela época e de outras também. Hoje não vemos mais caras pintadas nem calças rasgadas e cabelos rebeldes, vemos bermudas havaianas e camisas coloridas. Ah! Já ia me esquecendo da alienação geral....

Noves fora, o nosso flog tá com uma foto da nossa tão querida e tradicional Ramsés Arena, com quase todos os craques em campo (falta um monte...) e nessa sexta não teve muito movimento no Play, uma coisa bastante incomum pois é na sexta que geralmente todo mundo desçe pra bater uma bolinha, conversar, jogar botão e outras coisas irrelevantes... Nessa sexta também o Juca Risonho veio me visitar e contou todos os seus planos referentes às suas músicas e à sua idéia de escrever um livro baseado na sua vida pessoal. Ele me contou que tem duas novas poesias prontas e que contava com a minha colaboração de demostrar-las no Blog, o que farei daqui a pouco ou daqui a muito. Finalmente ele me falou da cidade onde veio, uma cidade muito grande mas que não aparece no mapa chamada Sagrada terra de Ninguém. Lá a situação tá braba pois falta água pra todo mundo e o auxílio pedido a todos santos da região não ta dando resultado (que estranho, não?). Bom, já ta bom pra sexta-feira isso aqui...Depois tem mais.... by El Mariachi

07 agosto 2005

Palavras apenas, pequenas

Como o Marcio lançou essa moda de não falar nada com suas próprias palavras, e como eu não estou a fim de falar muito, e também porque acho que não vai adiantar muito... Vou só postar uma letra de música, como o Marcio faria, e me despedirei.

Fátima

Vocês esperam uma intervenção divina
Mas não sabem que o tempo agora está contra vocês
Vocês se perdem no meio de tanto medo
De não conseguir dinheiro pra comprar sem se vender
E vocês armam seus esquemas ilusórios
Continuam só fingindo que o mundo ninguém fez
Mas acontece que tudo tem começo
Se começa um dia acaba, eu tenho penade vocês

E as ameaças de ataque nuclear
Bombas de neutrons não foi
Deus quem fez
Alguém, alguém um dia vai se vingar
Vocês são vermes, pensamque são reis
Não quero ser como vocês
Eu não preciso mais
Eu já sei o que eu tenho que saber
E agora tanto faz

Três crianças sem dinheiro e sem moral
Não ouviram a voz suave que era uma lágrima
E se esqueceram de avisar pra todo mundo
Ela talvez tivesse um nome e era Fátima
E de repente o vinho virou água
E a ferida não cicatrizou
E o limpo se sujou
E no terceiro dia ninguém
Ressuscitou

Pronto. Tchau

04 agosto 2005

Os maiores

é nome que não acaba mais, concordem ou não... os melhores estão aí, entrem que vale a pena. no final da página tem ainda mais listas.
T+

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