30 setembro 2005

Da insanidade e da beleza...nasce a ARTE

Será que da improvisação nasce algo sublime, relamente transformador? Vamos saber agora, nesse momento insano e de muita insônia. Devemos celebrar o vômito de coisas que todos que se põe a escrever fazem em suas obras. Na simples celulose pode haver modos de transformar vidas, de tornar inesquecíveis várias histórias que vieram ao acaso á mente do escritor. O que importa é como e não quando. Não importa quantas luas e sóis passaram até o término de um livro o que importa é que eles transmitem conhecimentos, transmitem vida, são lendas fluentes eternizadas pelos pensadores artísticos, odiados pela juventude moderna.

O que importa é a A-R-T-E, a beleza, o modo de expressar a vida ajudado pela mente e nada mais. A coisa mais linda no mundo é a beleza. E nesses dias tão estranhos ela é julgada feia aos padrôes modernos fascistas. Precisa-se entender que ela é a essência de tudo, é a formadora do mundo, das coisas, das pessoas.

Pegue uma caneta e papel e mude o mundo.

Conto 2 - 2/2

Suava como nunca antes; primeiro pelo nervosismo e segundo pelo calor que predominava no quarto. Uma luz amarelada iluminava brandamente o aposento, já sem a ajuda da lua, pois as janelas estavam loqueadas por grossas cortinas. O silêncio dominava completamente a situação, aumentando meu medo mais ainda. Não me preocupei me fechar a porta visando não causar nenhum desastre. Após alguns segundos fiquei imóvel desenvolvendo um plano de como seria a minha ação.

Com a maior cautela já tomada até aqui, comecei a andar lentamente em direção ao corpo que continuava imóvel na superfície da cama. Quando cheguei bem perto da lateral da mesma, apossei-me de um pano que trazia em meu bolso e concentrei-me ao máximo.

Quase que na mesma explosão do momento em que um sapo captura sua presa com a sua língua nojenta, saltei em cima do homem já visando amarrar o lenço em volta de sua boca. Na mesma hora o mesmo acordou bem assustado, mas sem condições de resistir ao meu ataque, pois encontrava-se no estado de tontura e lerdeza que manisfesta-se logo após o acordamento de qualuer pessoa.

Tive sucesso. O homen já tentava liberar-se do pano que aprisionava e já machucava a sua mandíbula, mas não tinha forças suficientes para tal feito além do fato de eu estar predendo seus braços. Sua voz tentava se mostrara em alto e bom som, mas não saía nada além de inúmeros “hums”. Achei aquela cena engraçada, apesar do horrível aspecto que possa parecer para a mentes vazias das pessoas que lerem isso. Divertia-me com tudo aquilo, todo o sofrimento do homem me causava prazer que crescia e crescia.

Mas faltava fechar com chave de ouro aquela cena funesta. Faltava o pricipal. Faltava o fim.
Peguei a minha querida Winchester 22 e ameaçei-o:

-Fica quieto! Se não bye bye planeta terra. Anda porra! Sossega!

Os meus gritos produziram efeito. Ele ficou quieto depois de perceber o risco de vida. Mal sabia que ia para os decompositores logo, logo. Encostei o cano da arma bem no centro da testa dele. Calculei o melhor que pudesse ser um tiro perfeito. O homem entrou em desespero, começando a suar e olhar para o céu aparentando fazer orações. Tchau!

- Não adianta rezar não! Ninguém vai te ajudar. Isso aqui é vingança, meu caro, com todas as letras. Manda um abraço pro homem lá de cima e fala para ele ajudar um povo aqui que só faz sofrer.

Apertei o gatilho. Um estrondo manifestou-se junto com o barulho da massa cerebral estatalando-se na parede e com os latidos que vieram depois da direção da rua. A cabeça do homem tinha virou para trás já esburacada no centro da testa sustentando um olhar tétrico. Saí de um pulo só da cama e em menos de um minuto já estava na esquina da rua.

Agora estou em casa. Se aquela criatura merecia a morte, eu não sei certo. Pelo menso me parecia que sim dias atrás. Agora já duvido um pouco. Será que nada tem perdão, afinal todos cometem erros. Mas não sei se pode-se chamar de erro o que ele fez comigo. É difícil dizer se um ato tenebroso cai mais para um erro normal do comportamento humano oude um ódio propositalmente desenvolvido dentro de um ser humano. Mas é facil fazer justiça. É facil meter um tiro na cabeça cometendo um suicídio justo. É só fazer assim.

25 setembro 2005

I'm not like them and I can't pretend

De fato, Gustavo, reclamamos muito dos outros, como eu já havia dito no outro blog, e pouco de nós mesmos, a não ser que façamos algo do qual nos arrependemos. Porém, discordo de você num ponto: se somos vários durante nossa estada neste mundo conturbado e cheio de sofrimento, como podemos nos auto-avaliar? Você há de convir que é um pouco difícil fazê-lo, uma vez que o fato de estarmos numa eterna mutação, leva a uma possível inexistência de um "eu", e, assim, a uma improvável avaliação consistente deste "eu". Talvez pela ignorância deste fato reclamamos e julgamos tanto as outras pessoas, mas não posso afirmar qual o motivo de fazermos em menor escala o mesmo conosco, talvez prefiramos não ver que, em certo momento, fizemos algo errado, é mais fácil se enganar, viver na ignorância.

Bem, depois deste show de pedantismo me despeço pedindo que aqueles que entenderam o que eu escrevi (se é que é possível isso) me expliquem, por favor.

Ecce Homo

Dia chuvoso...Nada especial a fazer. Todos trancafiados em casa perdendo seus valiosos tempos vendo jogo futebol ou simplesmente dormindo. Reclamamos tanto de situações que as pessoas ficam na inércia, disprovidas de atitude e iniciativa, que não resolvem certos problemas. Mas não reclamamos de nós mesmos. As vezes penso que o nosso ego precisa ser revisto pelas pessoas que nos conhecem melhor: Nós mesmos.

Pode ser até natural, parece ao extremo, que os seres humanos não criticam eles próprios ou admitem seus defeitos. Mas somos os donos da mutação. A personalidade humana adquiri tantas faces em inúmeras situações durante toda a vida, que me faz crer que essa auto-avaliação visando a correção dos erros pode acontecer em todos.

Pode transparecer um ar de conselho por aqui. Mas é isso mesmo, um alerta. Olhamos, criticamos, julgamos muito mais os outros do que nós mesmos. Não muito afetado pelo pessimismo, termino este post agora mesmo. Afinal, todo post tem seu fim.

Blá blá blá...

Creio que será infrutífera esta minha tentativa de escrever hoje, somente o faço para não passar em branco, mesmo correndo o risco de escrever tão mal quanto da última vez.

Bem, vejo que teremos em breve um escritor de fama e fortuna oriundo do nosso blog (hehehehehehe). Só tem uma coisa, Gustavo: onde está o final da história?
Vejo também (olha só, tô parecendo a Mãe Dinah) que o Maluco postou mais um de seus confusos textos, mas eu o entendi perfeitamente, e acho que aqueles que souberem do ocorrido na sexta-feira última aqui em nossa rua também o entenderá. Foi mais uma afronta contra aqueles que tentam viver suas vidas pacificamente. O que houve ao certo eu não sei, sei que ouvi alguns tiros e vi algumas pessoas correndo amedrontadas para tentar se proteger. Não vou mais falar sobre isso, esses assuntos me deixam profundamente irritado, assim como os outros que são mencionados no post do Maluco. Como isso tudo pode acontecer?, é o que eu me pergunto.

Vamos continuar falando sobre o texto do Maluco, só que agora sobre uma coisa mais agradável, ou seja, o quase sagrado futebol. Quando ele se refere às discussões no futebol ele está se referindo, como é óbvio para aqueles que já tiveram o prazer de jogar uma partida aqui na Arena do Ramsés (nada de americanismos), ao ser que mais reclama no mundo, o Arthur, mas isso não tem importância nenhuma, o importante é que eu me sagrei, junto com mais alguns colegas de time, o que não vem ao caso (hehehe), aquele que venceu mais partidas.

Acho que vou terminar aqui, não tenho nada pra falar mesmo. Tchau.

Descoberta

Oi. Mais um dia em nossas vidas que vai passando e nós aqui, perdendo nosso tempo com besteiras, discutindo no futebol, conversando sobre futebol, política, economia, violência, cotidiano, etc. E aí você descobre que todos esses assuntos podem estar de uma maneira ou de outra qualquer, interligados. Você descobre no noticiário, que tem mensalão de tudo quanto é tamanho e para todos os gostos, desde os que ocorrem na política interna do país, como também na política desportiva brasileira. Descobre também, que não é preciso sair de casa para ser vítima de violência, e não precisa ser agredido fisicamente para o mesmo ocorrer, porque há várias maneiras de você ser violentado, seja fisicamente, visualmente, auditivamente, olfativamente, sorrateiramente, sensatamente, diariamente, dentre outras maneiras. Às vezes é só fazer pequenos movimentos, como o de ir à janela de sua casa, para ver um corre-corre, um polícia e ladrão, onde não há polícia e o ladrão está do seu lado, pronto para roubar sua vida se você fizer um movimento brusco. Descobre que economicamente o país está visivelmente mal, mas descobre também que há sempre alguém tentando encobrir isso, como também a corrupção, e outras coisas. Há muito a ser descoberto ainda, coisas boas e más, mas do jeito que estão as coisas o mais provável é que não devemos ter grandes esperanças com o que nos aguarda, apenas no campo da ciência e da tecnologia, porque na política nem milagre adianta. Então, eu acho que é só. Estudem bastante, mesmo que para isso deixe de ficar um dia sem jogar comp...dor, videogame, frequentar internet, etc.

24 setembro 2005

O tempo não pára


Não mesmo. Disso todos têm certeza. Mas dependendo do seu modo de viver a vida, a passagem do tempo pode atrasar-se um pouco. É o caso do Cazuza. Os momentos que o poeta passou foram, na sua maioria, bem divertidos e inesquecíveis. Assim, os seus 32 anos foram muito bem vividos, porque ele sempre fez o que queria. Mas vale a pena abrir mão de mais da metade dos anos de sua vida para viver intensamente, viver como você realmente deseja? Ou viver uma vida comum, com poucos momentos divertidos, comparando-se com a sua vontade? Isso vocês podem responder. Para mim vale mais a primeira opção, mas acho isso muito estranho e perigoso. Caminhar para um futuro quase certo da morte, após se drogar e se embebedar todos os dias, não é coisa fácil para mim.

Todos esses questionamentos vieram á minha mente após eu ver o filme do cazuza, já com os olhos marejados após a cena da práia. Devemos dar mais valor à vida. Brinque, fale, cante, corra, chore, não tenha medo, suba numa mesa do restaurante e grite: Putaquepariu!

DIVIRTA-SE, PORQUE O TEMPO, O TEMPO NÃO PÁRA !

Conto 2 - 1/2

Quando vi a casa eram aproximadamente 23 horas. A noite estava farta de ventos frios que acalmavam-me bastante e que produziam uma sensação de verdadeiro aconchego. Um ar bem propício para incentivar-me a fazer o que realmente tinha que ser feito. Deixo bem claro que era simplemente uma situação de crua vingança, pois sempre me conduzo através da velha lei Hamurabi: Olho por olho, dente por dente.

O portão referido acima é de uma antiga casa que ficava não muito distante da rua onde morava. Por isso mesmo não houve problema algum referente aos detalhes do meu alvo, obtidos através de ivestigações fatigadas sobre detalhes minuciosos do mesmo. Faltava somente a ação.

Após alguns minutos certificando-me de que não havia nenhum inconviniente à minha entrada na casa, I took the plunge e avançei terreno finalmente. Atravessei a rua confiante, mas com o cuidado necessário para não produzir nenhum som de qualquer sorte. Aproximei-me do portão e vi que não possuía nenhum tipo de fechadura e, empurrando-o levemente, abriu em sentido de um arco para dentro do terreno. Não disprovia nem de uma lanterna, a fim de não revelar minha presença. Meu único guia era a luz da lua.

Seguia-se após o portão um corredor que, pelo que deduzia-se, levava o visitante cortando a área lateral da casa até a entrada do primeiro cômodo. Após a travessia do corredor mais com as mãos do que com os olhos, confirmei a minha dedução. A leste do fim do corredor vi uma porta que permitia a passagem ao primeiro cômodo para quem entrava na residência. Estava aberta. Não atentei-me muito a esse fato e concentrei-me na entrada, pelo que vi após entrar, do hall.

A disposição dos móveis e o “clima” dentro daquelas paredes pareciam normais à primeira vista. Tateando bastante e adivinhando os caminhos e objetos, contorcia-me até o ambiente que vinha a seguir. Com certeza era a sala, com um grande armário, dominando quase todo o espaço do ambiente, que portava uma televisão, porta-retratos e outras coisas decorativas que não merecem ser descritas. Após a avaliação deste móvel, percebi que havia uma escada que comunicava a sala ao andar superior.

Não pensei duas vezes. Quase que se esgueirando, tomei a direção dela, pois o que importava para mim era o quarto que se abrigava no nível acima. No meio do trajeto, quase morri de susto. Esbarrei num bichano que estava desfrutando de um bom sono no meio do caminho e que acordou assustado com o baque e saiu assutado do meu alcance sem dar um pio. Pura sorte, já que os gatos são famosos pelos miaus agudos que são proferidos por eles incansavelmente todos os dias.

Já recomposto do primeiro contratempo da missão, avancei pelos pequenos degraus até deparar com um segundo hall, onde encontrava-se um porta-chapéus e vários quadros destacando as paredes. Vi que a partir dali eu podia acessar qualquer cômodo que quisesse, dos três que haviam no segundo andar, pelas portas que estavam à minha frente.

Pronto. Ali era o ponto crítico.Tentei ficar o mais atento que podia, pois tudo ficaria mais perigoso e arriscado. Meu físico estava em prefeitas condições, mas os meus nervos estavam abalados, é claro. Tudo aquilo causava medo a cada pisada minha. Quanto mais próximo do quarto, mais nervoso ficava. Mas tinha que ser feito. A porta á direita, pelo que disseram. Finlamente Tinha chegado a hora. Puxei a minha Winchester 22 e com exímio cuidado fiz o movimento para abrir a maçaneta. A porta não produziu nenhum ruído. Dentro do quarto via-se um homem de meia idade deitado em uma larga cama, já em sono profundo.

20 setembro 2005

Tentando resolver uma m....

(um suspiro profundo...)
Estou postando enquanto tento resolver mais um problema do meu "querido e amado" computador, que mais uma vez está me deixando na mão. Escrevo pra relaxar um pouco, esse negócio de lidar com computador estressa paca (nisso vários irão concordar comigo). E pensar que eu estou fazendo ciência da computação, eu devia estar bêbado, mas eu nem bebo.

Por que não insisti em História? Isso sim é legal, estudar todos aqueles fatos e personagens que construíram o mundo, desde os menores aos grandes. Se bem que isso eu posso estudar em casa sem precisar ir pra uma faculdade, que aliás às vezes é um grande saco, parecido com a escola que o Gustavo fala. Droga, maldito capitalismo, se não fosse isso poderia fazer o que quisesse, sem me preocupar com cobranças e outras besteiras como dinheiro.

Vamos lá, gritem comigo:
Abaixo o capitalismo! Abaixo o dinheiro!
Vivas à História! Vivas à Liberdade!

É, essa foi o pior post de todos os tempos.

18 setembro 2005

Jovem tarde na gaiola

Oi. Hoje, um dia muito bom pra ficar deitado e pensando nas belas coisas da vida. Saí, falei, comi, andei de ônibus, vi o jogo do vasco e sampa, e não tive tempo para esses pensamentos. Ontem e sexta teve fut depois de muito tempo sem jogar. E como em todas as celebrações futebolísticas que temos aqui, teve discussões, intrigas e fofocas da oposição, mas como o meu futebol é maior que isso tudo, superei todas as dificuldades e fiz uma bela apresentação. Há muito tempo que não dá gosto de ver o pessoal daqui jogando (isso quando a pelota gira solta no gramado), pois ninguém se empenha em jogar um futebol de qualidade, não há raça, e principalmente porque ultimamente eu estava perdendo boa parte das partidas disputadas. Mas sexta e ontem, apesar de todo o ocorrido, tivemos um fut de certa qualidade, e ganhei a maioria das partidas, nestes dois dias de evento...

Mudando de assunto: essa semana tive o conhecimento de uma possível greve que poderá começar no dia 26 de setembro no cefet.
-Prós: Mais descanço para minha inútil e preguiçosa pessoa e mais tempo para fazer os trabalhos de desenho.
-Contras: Ter que ficar trancafiado dentro de casa sem ter o que fazer (o que de certa maneira é mentira, pois há ainda o computador) e ficar longe de mais pessoas que você aprende a conviver e sente falta de escutar as besteiras que falam (já que é o que o ser humano mais sabe fazer de melhor, se não for a única). Outro contra, é que esta greve não adiantará nada, porque não será dada nenhuma atenção à ela, devido à enorme crise política que vêm nos afetando...

A Juve ganhou mais uma e estamos mais do que nunca na busca do bicampeonato, nesta temporada de 2005-2006. Líderes isolados e invictos na Liga Italiana, a Juventus de Turim, comandados por Nedved, Trezeguet e cia., venceu na Liga dos Campeões, o Club Brugge por dois a um fora de casa...

Viva o Liverpool, mas prefira a Juve!

17 setembro 2005

Smells Like Teen Spirit

"O quer vocês estão fazendo aí? O filme já acabou... vai.... vai embora..."
"A vida passa muito rápido. Se você não pára e olha em volta por um instante, você pode perdê-la"
By Ferris Bueller

Blog

Sabe, às vezes me pergunto: Por que alguém entra aqui? Mas aí eu mesmo entro e me deparo com as coisas que postamos, não sei se é impressão minha, se me falta entrar em outros blogs para ver como eles são, ou pretensão mesmo, mas, com toda sinceridade e à despeito do que alguns de nós falamos, nós escrevemos bem, tirando os erros de português que nós obviamente cometemos, até porque, como sempre me lembram, não somos escritores.

Todos nós temos qualidades ao escrever. É só observarmos os posts mais recentes, o do Maluco, talvez os meus dois últimos, e, em particular, o post intitulado Conto 1 do Gustavo, ou Gugacrazy, e o do Iggy Bowie (mais conhecido entre nós como Natura) . Parece puxação de saco, mas não é (bem, talvez até seja, mas fo..-se).

Não pretendemos ser grandes escritores (talvez algum de nós seja, nada é impossível) mas se nos propomos a escrever algo acho que todos pensam em escrever algo que possa contribuir, mesmo que infimamente, para que a Internet não seja só um lugar em que você entra e faz o que quer sem se preocupar com as conseqüências e com a qualidade do que se faz mas sim fazer algo que mostre que qualquer um tem a capacidade de fazer algo que alguém goste e diga que é bom. Bem, resumindo, acho que todos temos um pouco de talento escondido, talvez não escrevendo (como é o meu caso) mas desenhando, pintando, etc, etc...

Conto 1

Sei que um ambiente como um ônibus não é tão propício a presenciar uma cena tão notável e pitoresca, como a mesma me pareceu ser. Ainda mas porque não ocorre uma mínima demonstração de sentimentos dentro de um lugar tão público e rotineiro como esse. Mas há exceções. E eu fui ator principal de uma delas.

O pequeno trajeto que o veículo percorria não apresentava nada de especial ou notável aos olhos dos passageiros, já cansados pelo trabalho ou até pelo pensamento de ter de trabalhar no dia seguinte. Por isso mesmo meu cérebro estava voltado apenas para os pensamentos que nasciam constantemente sem aviso prévio durante toda a viagem.

Seja política, música, livros ou qualquer outro assunto. Todos me faziam, literalmente, entrar num momento de não-percepção do que acontecia à minha volta.
Senti apenas um movimento incomum perto de mim. Acordei do meu “sonho” já descrito e vi que uma criatura de olhos verdes tinha se acomodado do meu lado. Ela aparentava ter entre 15 e 16 primaveras, era um pouco baixa e tinha cabelos longos de um castanho meio disfarçado de negro.

Usava espécies de tintas no rosto que eu achava um tanto cômico, mas que a deixava mais bonita. Seu rosto possuía feições bem leves e por mais que estranho lhe pareça, ele me dava uma sensação de paz e tranqüilidade naquele momento.

Depois dessas percepções iniciais, iguais as que ocorrem quando você conhece alguém novo, veio-me a estranheza que estava tentando sair de dentro de mim antes. Percebi que havia muitos outros lugares vagos dentro do veículo e não via nenhum motivo cabível para aquela criatura se acomodar ao meu lado. Mas vamos concordar que o amor produz fatos sem muita explicação.

Com os solavancos do ônibus, sua perna encostava-se na minha em alguns momentos. Uma sensação estranha para mim, mas bem prazerosa. A mesma coisa acontecia com o ombro e o braço. Porém minha companheira de banco não parecia muito incomodada com isso e sim bastante tranqüila.

Depois descobri que todos esses fatos não ocorreram por acaso. Subitamente sua mão encostou-se na minha apertando-a com força. Na mesma hora olhei para a garota e ela também me dirigia o olhar. Foi um momento sublime. Eu perguntando com os olhos: ”Quem é você ? Porque fez isso? O que quer comigo?” e ela apenas me afagando com as suas delicadas mãos como que dizendo: “Calma, calma...” E um olhando para o outro, numa cena que parecia eterna.

Claro não foi eterna. Mas ficou bem guardada na minha memória até hoje. E ainda falta relatar o outro fato ocorrido que ajudou mais ainda para isso.

Depois daqueles segundos que pareceram horas, o ambiente já estava propício para o desfecho final: O beijo. E aconteceu como tinha que ser. Uma relação recíproca de afetividade e desejo, um momento onde as preocupações e pensamentos fúteis são deixados de lado e a única coisa que importa no mundo todo é a outra pessoa.

Confesso que durou menos tempo do que eu desejava. Mas foi magnífico. Nunca tinha feito isso antes. Foi uma coisa inesperada e, por isso, mais memorável ainda.

Depois desse orgasmo de emoções, é óbvio que eu não sabia o que dizer, fazer, pensar. Poucos minutos atrás estava calmo e taciturno num banco de um ônibus comum, e agora estava na porta do paraíso com um anjo de olhos verdes. Verdade que é estranho. Não sabia o nome dela, a idade certa, onde morava... Mas agora tenho a opinião formada de que ela tinha que estar ali comigo, naquela hora, mas ainda não descobri a razão.

Os acontecimentos seguintes não merecem, a meu ver, seu espaço nesta história, pois não tem importância semelhante aos outros já descritos.

Foram talvez a incerteza, ou a surpresa, a beleza própria dessa história que a transforme em um caso ímpar entre os que eu já tenha visto na minha vida. Mas essas características que eu rotulei para esse conto são de opinião única e independente de você, leitor!

Obs.: Não ligue para os erros de português...

A face oculta da Lua

11 setembro 2005

Poesia inocente

Amor de ouro

O anel lembra o ouro
O ouro lembra o ladrão
O ladrão lembra você
Que roubou meu coração

(fase pré-jucônica)

Ridiculus

Chegamos a um ponto em que a ganância humana é maior que tudo. Queremos mais e mais para nós e não pensamos nos outros. Não nos contentamos apenas com o necessário, visamos sempre o melhor do melhor do melhor, com as nossas caras bobas e camisas cheias de baba.

A sociedade capitalista-egoísta é baseada nisto. O dinheiro move tudo. A cobiça impede uma sociedade mais justa. Você pode falar que não faz isso, que você é humilde, etc... pelo amor de Deus! Temos que nos conformar que somos malditos homo sapiens sapiens ridiculus. Já é do instinto humano querer sempre o melhor, querer qualidade de vida pra sempre. Além disso a maioria das pessoas é movida pela ignorância que parece ser cultivada pelo modernismo. Caminhamos como cegos em direção ao poço da falta de caráter e da autodestruição.

Tire essa nuvem da sua mente e veja realmente o que está acontecendo. Exércitos de ignorantes estão sendo criados e o consumismo exagerado está, literalmente, nos consumindo.

$ anos se passaram e a guerra continua

Hi, my name is Leandro. I going to write one small text and in the text express nothing under war and the !! de &mbro de @))!.

Meu inglês não é grande coisa e tão pouco quero aprender esse idioma de imbecis que só sabem criar mais e mais guerras neste nosso mundo que cada vez mais se vê gravemente afetado por nós mesmo, pois se a natureza está se revoltando com a gente, a culpa é inteiramente de nossa parte. Essa guerra de nós e a natureza contra nós mesmos, já estava acontecendo com menos freqüência, mas agora ela parece que vai aumentar cada vez mais à medida que o tempo passa. E o primeiro inimigo da natureza foram justamente os Estados Unidos da América, que é o país que mais poluí o mundo. Essa com certeza será daqui em diante a maior guerra que os humanos enfrentarão. Uma guerra onde não ocorrem batalhas frente à frente, onde apenas há ataques de um lado dos "exércitos", fugas da outra parte, depois do contrário ter acontecido antes. Esta será uma guerra que não terá vencedores como qualquer outra guerra, e todos inclusive a própria Natureza(como se nós não fizessemos parte dela) saírão prejudicados. E ela ocorre porque tem de ocorrer, porque busca o equilíbrio, porque a natureza sempre busca o equilíbrio, não importa como será alcançado.

Outra coisa: estou satisfeito pela Juve ter ganho e assumido a liderança do Italianão. Também estou feliz com a derrota da Inter, que nos proporcionou este acontecimento emocionante, juntamente (é claro)com o empate do Milan na 1º rodada.

Abaixo a supremacia estadunidense!

Um sábado sozinho com meu irmão

Bem, em primeiro lugar queria agradecer aos elogios (somente um) e dizer que por isso vou me exceder um pouco, se ficar ruim me desculpem.

Pra começar vou pegar o gancho do Gustavo, que falou sobre a Luíza Sarmento. Ontem, eu assisti, não pela primeira vez, ao programa dela, Comentário Geral, e o assunto foi magia. Para quem não sabe o programa pega uma palavra e desenvolve alguns dos assuntos que podem estar relacionados com essa palavra, com a palavra de ontem, por exemplo, falou-se sobre a inquisição, o amor, um e-mail que é mandado para alguém com um programa que supostamente descobriria qual a carta que esse alguém escolhesse, foram recitados alguns trechos de poemas e frases... Resumidamente foi isso. O programa, além de ter a Luíza, um verdadeiro anjo como o Gustavo já disse, é muito bom. Aliás, a TVE, apesar de ser pública (o que não tem nada a ver), é uma emissora que proporciona, aos poucos que a assistem, uma ótima programação.

Antes do Comentário Geral, assisti, na mesma emissora, a um documentário chamado As Vilas Volantes, que, pelo que pude entender (não comecei a assistir do começo), falava sobre as pessoas de vilarejos, do Nordeste, provavelmente, que tinham que se mudar por causa do surgimento de dunas, que tomavam seus vilarejos. Foi fascinante, me fez pensar como nós das grandes cidades muitas vezes perdemos o melhor de nossas vidas, muitas vezes por causa do medo, seja da violência, ou mesmo de sermos felizes...
As histórias contadas por essas pessoas eram atraentes de um modo inexplicável, pelo menos para mim, talvez pelo seu jeito natural de contar, ou por outro motivo qualquer que, para falar a verdade, não tem a mínima importância. Falavam sobre as dunas que apareciam, depois sumiam, sobre as construções que não mais existiam e sobre seus donos, alguns dos quais já não estavam mais vivos, sobre suas vidas, enfim.
Que pena que as outras emissoras de TV aberta não tem uma programação tão boa assim.

Bem, depois disso tudo fui para a internet e pelo MSN o Gustavo me falou que o Natura tinha postado. Como eu já disse, acho que não é preciso falar muito sobre ele, o Natura sempre escreveu bem, não há mais a ser dito. Depois da internet fui para sala ver se tinha algum clipe bom passando na televisão, e fiquei acordado até amanhecer. Foi aí que esse fenômeno aparentemente banal, que ocorre todo dia, me fez pensar mais ainda. Pode parecer besteira, mas eu comecei a compará-lo com alguns momentos de nossas vidas, um em particular... Enquanto de um lado do céu há o que lembra a noite e de outro, o que lembra o dia, ainda não há nada definido, não é dia ou noite, não há luz intensa e tampouco, escuridão, há penumbra, algo que é e não é ao mesmo tempo. Mas logo o sol raiou e fez-se dia, quis olhá-lo até cegar completamente, talvez sua luz ainda tênue, em vez de me cegar, me fizesse despertar e acordar num daqueles vilarejos de As Vilas Volantes, mas o que me despertou foram os carros passando pela minha rua e então fui dormir para voltar ao sonho.

É isso. Até o próximo devaneio.

10 setembro 2005

Pense, faça, recorte, corte, cole, realize.

Alô alô terezinha e todos desse blog tão famoso e adorado. Daqui a pouco nós vamos concorrer com o Bruno Medina. Aliás, Bruno Medina do Los hermanos, do Ventura, que eu achei um dos melhores discos que eu já ouvi. Claro, contando que eu não ouvi muitos...Mas não estou aqui para falar disso, aliás eu não sei ainda sobre o que vou falar (como sempre).

Vamos começar com o Re[corte] Cultural, que eu acho que é um programa bem original e instrutivo e tudo-mais -isso. Quem gosta de música, teatro, artes...pode assistir que o negócio é cabra macho. Ainda mais com aquele Michel Melamed, que é o demônio em pessoa, o cara sabe tudo...Essa semana a propaganda política cheio de pessoas inteligentíssimas e bastante preparadas para ocupar cargos públicos ocupou parte do programa. Recortaram o Recorte, resumindo.

Ah, consegui ficar amigo (que amigo...) da Luiza Sarmento no orkut. Aquele anjinho disfarçado de humano só pra enganar todos os homens bobos que nem cachorro. O problema que eu não sei se é falso. No orkut é difícil vc saber isso...Mas quem se interessa na minha vida pessoal ? Sei lá, de repente tem alguém. Então continua aí, caro leitor!

As vezes a idéia de escrever um livro me vem à cabeça. Eu penso que é uma coisa ridícula, mas penso também que pode acontecer. O tema que não desabrocha, tudo que eu imagino parece ser apenas uma historinha boba, mas vendável. E o meu objetivo não é muito isso, mas sim uma história que faça as pessoas pelo menos refletirem um pouco e lembrarem do que elas leram.

Por entre esses sonhos e planejamentos digo adeus e avocês.

Gostos

É... os dias vão passando e parece que tão cedo não jogarei uma partida de futebol, talvez nunca mais eu tenha uma peleja como aquelas de minha infância. Ah! a infância! Por que será que temos tanta saudade dela às vezes? (quem responder essa ganha um doce, hehehehe) Bem, não entremos no mérito desta questão, outros já o fizeram e ainda o farão, desta vez, ao menos, eu não.

Cara, deve ser loucura, um punhado de homens correndo atrás de uma bola com o objetivo de fazê-la passar por um cara na frente de dois postes unidos por outro por suas extremidades superiores. Mas quando eu jogo esse troço é uma das raras vezes em que me sinto extremamente bem, mesmo com as minhas falhas (aliás, muito freqüentes, claro, sendo tão ruim quanto eu sou, elas tem que ocorrer) e com as dores que com certeza doerão no dia seguinte.

Disse ser esta uma das raras vezes que sinto uma sensação muito agradável, bem, outra é quando ouço o bom e velho ROCK 'N' ROLL! (Ozzy Osbourne gritando naquele reallity show que passava na MTV), mas isso é mais compreensível, porque boa música em si já é uma coisa imensamente aprazível.
É impressionante o imenso leque de sentimentos que alguns pedaços de madeira, metal e outros materiais, quando juntos e tocados algumas vezes com grande virtuosismo e outras com um aparente desleixo, podem trazer à mente. Não é raro que eu fique horas e horas com o som ou o computador ligado ouvindo algumas bandas que eu gosto bastante, como Led Zeppelin, Black Sabbath, Metallica, Silverchair, Los Hermanos, Legião Urbana, Mudhoney, Radiohead, Nirvana, Pearl Jam, Ramones, Joy Division... Aliás, bandas que hoje eu não conheceria se alguns amigos meus não tivessem me apresentado a elas, fato ao qual eu sou imensamente grato, (outro) aliás. Ah, os amigos... Bem, repito o que foi dito lá no começo.

É isso. Até outro dia.

09 setembro 2005

Oi, mais uma vez. Hoje, é mais uma sexta-feira fria e chuvosa, ainda bem, porque o calor é muito ruim. Então, vou falar um pouco de cada coisa que vem acontecendo por aqui mesmo, talvez eu fale sobre outras coisas, mas por enquanto fica só o que tiver em minha mente neste momento.

Hoje nada demais aconteceu por aqui, todos nas suas respectivas escolas e eu ainda aqui nesta greve que dá me dando um pouco de descanso da escola e sem aula no cefet por ter hoje um tal de congresso de estudantes do Brasil todo lá. Eu acho que vai durar três dias, mas isso não me interessa muito, eu tava pensando até em ir, mas a preguiça me puxa com mais força... E por falar em cefet, hoje finalmente consegui começar a fazer meu trabalho de desenho (está tu errado eu acho, mas vai ficar assim mesmo). Meu trabalho consiste em fazer um perfil real de uma rosca, isso não serve pra muita coisa, mas o desenho fica maneiro.

Mudando de assunto, eu acho que não tenho mais nada pra falar, então vou ficar enrolando um pouco antes de me despedir. Vamos lá.

Esses dias estam passando muito devagar. Pedro de greve, celso pode entrar também, eu vou me enjoando dessa rotina que não tem fim. Parece que nunca vai acabar isso. Orkut é uma perda de tempo, blog é maneiro de fazer quando se tem idéias boas. Espero que elas cheguem mais rapidamente e eu não esqueça de pô-las no papel. Antes de entrar aqui estava com muitas coisas para postar e agora que entro nada me sai. Acho que vou sair para refrescar a cabça com idéias idiotas e sem sentido. Já estou de saco cheio de sempre postar as mesmas porcarias. Nada muda e o mundo é o mesmo de século atrás, espero que nós fiquemos conscientes um dia de todo o mal que causamos a si mesmo.

07 setembro 2005

Bom humor ou morte !

Algo mais positivo...não sei se consigo, vou tentar. Depois de tantas reclamações, vale a pena. Não vou ficar discutindo essas questões de pessimismo e mal humor já que são coisas bastantes relativas em todos os aspectos. Pra mim são apenas sentimentos comuns. Bom, essa quarta é feriado graças aos gritos no Ipiranga. Ainda bem, porque dá pra relaxar um pouco durante as provas. A respeito da escola, não vou ficar reclamando mais. Tenho certeza que meus conhecimentos me asseguram a passagem de ano, por isso nada de ficar lamentando notas baixas.
Descobri alguns livros aqui em casa que estavam guardados e já resevei um espaço pra eles na estante. Tem Dickens, Machado de Assis e outros muito bons. Mas atualmente estou me dedicando ao livro do Renato. É impressionante como uma pessoa conhece tantas coisas e formula opiniões bastante lúcidas sobre todos os assuntos. Acho que ele era o mais completo dos anos 80, se eu não estiver esqueçendo ninguém...
Saiu uma reportagem do Chaves na Veja falando do ibope alto que semprem manteve nos seus 20 anos de SBT. Relamente é um fenômeno. Um seriado tão simples, mas com um sucesso tremendo.
Tava pensando a importância dos amigos na nossa vida. Pô, são as pessoas mais importantes, eu acho. Você fala com elas o quê você realmente sente e pensa. Nós sempre nos divertimos com eles, dividindo momentos inesquecíveis em nossa vida. Fazem parte importante na nossa formação de caráter. Por isso, nunca dispense um amigo, pois ele é de uma valia incrível.
Ficou melhor? mais leve? mais social? Espero que sim...

Um assassinato

Ontem (já passou de meia-noite) a matemática discreta foi cruelmente assassinada, e com isso houve "serenata" na faculdade. O que me fez pensar se um dia conseguirei mesmo aprender a tocar esse instrumento de cordas, se conseguirei montar uma banda, se vamos fazer mesmo um filme (para um dia sentarmos no sofá do Jô). Ou seja, delirei, viajei, mais uma vez, em meus sonhos futuristas que dependem do que eu faço e deixo de fazer no presente. É claro que é possível que realizemos tudo isso que disse, mas para isso é preciso esforço, independente de sermos o que pensamos que somos, o que nem sempre é a realidade (droga, essa niguém vai entender).

Não haverá uma banda da qual eu faça parte se não me esforçar para aprender o mínimo sobre música e sua teoria; não haverá filme se não, em primeiro lugar, tivermos uma câmera, e se não lermos um pouco pelo menos sobre as técnicas que são usadas para se fazer um filme.

Bem, da mesma forma, não haverá um país que seja uma nação se não houver da parte de cada cidadão a consciência de que todos fazem parte do mesmo partido chamado Brasil.

É isso.
Viva D. Pedro!

04 setembro 2005

Uma história

Certa vez, há alguns séculos, um homem que andava pelas ruas de sua antiga terra começa a ser difamado e insultado por outro homem. Lamentando tal ato, quem era insultado esperou que cessassem os insultos, chamou o homem e perguntou o que aconteceria se alguém declinasse aceitar um presente, ou seja, quem iria ficar com o presente. O próprio respondeu que o presente pertenceria a quem o ofertou. Em seguida disse:

- Tu me insultaste, mas eu declino aceitar tais insultos, rogo-te guardá-los tu mesmo. Não te será isto uma fonte de desgosto? Como o eco pertence ao som e a sombra à substância, assim o mal recairá sobre quem o causou; abstém-te, então, de atos maus!

Como não recebera resposta alguma, prosseguiu:

- O homem perverso que censura o virtuoso é como aquele que olha para o alto e escarra para o céu: o escarro não mancha o céu, mas recai e suja a sua própria pessoa.


Quem eram esses homens? Bem, o insultado era Sidarta Gautama, O Buda, e o insultante, um homem que depois deste episódio partiu envergonhado mas voltou e se juntou a Buda e a seus segmentos.

É isso, tchau.

Finalmente

é... e aí povo, eu de volta aqui no blog. Finalmente voltei, finalmente venho trazer noticias minhas ou não, Finalmente ouço oficialmente que o Pearl Jam vem ao Brasil...
Fim de semana passado fui à Aparecida do Norte, visitar a Basílica de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil. Um lugar extremamente bonito, uma cidade interiorana tranqüila, e a maior construção humana que já vi com esses olhos.
Mudando de assunto, putz, to gripado desde terça-feira retrasada, essa gripe ta f#da.....
E finalmente, o assunto que mais tem me dado alegrias futuras... a vinda do PJ ao Brasil.... putz, ainda na caiu a ficha de que vou ver minha banda preferida, aquela que tenho um monte de cds, ao vivasso ali, na minha frente, tocando os clássicos que seguem minha vida até hj.... Vamos fazer com que eles tenham um público caloroso como nunca viram antes, hein povão! Pqp, ainda não caiu a ficha.....

"Janela indiscreta"

Não tão grande meu mal-humor é como uma má educação ou uma arrogância por exemplo. Mas já ficou claro que influencia os meus relacionamentos e faz parte constante de mim. Mas ninguém escolhe como vai ser antes de nascer. Vemos pessoas com problemas mentais e corpóreos, além da questão das características diferentes. Uma pessoa arrogante e metida, por exemplo, não pode ser culpada por ser assim, afinal ela não quis ser assim.
Tirando as lições de vida...Sábado corrido esse. Acordei 6 horas para pegar um ônibus na Vila da Penha pra depois ir pra um sítio num lugar lá no interior que não me lembro o nome pra fazer uma prova de matemática pra depois voltar ao rio pra depois ir pra festa do meu primo pra depois voltar pra casa pra depois dormir. Pra depois eu falar aqui o que teve de bom mesmo naquele sítio. Várias paisagens bonitas atiçaram a minha mente pra pensar na possibilidade de ter uma câmara fotográfica e fotografar tudo o que eu quiser...Com uma lábia digna de um ladrão experiente de RPG arranjei o empréstimo-roubo da câmera mecânica da minha mãe. Pra quem não considera isso interessante(uns 95%), houve também uma festa com uma banda tocando músicas dos anos 60, o que fez (quase) todo mundo dançar. Não vou ficar elogiando aquela época comparando-a com esta, afinal uma apessoa lúcida sabe disso tudo. O que me deixou indignado foram as músicas lentas/românticas que a banda tocou, fazendo o guitarrista pensar em qual ônibus ele ia pegar quando acabasse o show.
Ah sim...a festa. Descobri finalmente quantos anos meu primo tem. Agora são 20. Tava a família rotineira lá mais a vó e o pai dele. A coxinha e a bolinha de queijo estavam presentes, mas esses são os meus parentes...Acho que é só isso que eu queria escrever...Até mais, meu caro e barato leitor.

Obs.:Vida pessoal as vezes faz-se presente...

Mr. Moustache

E aí, senhores parlamentares?
Bem, finalmente o Natura foi embora e eu posso postar em paz (hehehehe, sacanagem, hein. Não levem essas primeiras palavras muito a sério). Como eu disse, o Natura esteve aqui hoje (e ontem) e deixou um "contrabando" aqui, trata-se dos dvd's do Nevermind (do Nirvana, claro), do Luau e do Cine Iris do Los Hermanos (espero que consiga vê-los, e que a Federal não passe aqui, hehehehe).

Não há nada de novo para ser relatado, só as mesmas coisas idiotas de sempre, algumas coisinhas bobas e corriqueiras (intolerâncias, preconceitos, incompreensões, desatenções, mensalões, e por aí vai).

Mas deixemo-las de lado. O que importa é que no dia 4 de dezembro acontecerá aquele que há muito é esperado por alguns dos integrantes deste quase hebdomadário (donde ele tirou essa palavra?), ou seja, o show do Pearl Jam. A data já foi divulgada, agora só falta saber onde será realizado este evento que promete sacudir o Brasil.
Sei que já estou enchendo o saco com esse negócio de falar sempre sobre o PJ, mas há uma explicação racional para isso (pelo menos eu acho). O fato é que o Pearl Jam é, talvez, posso estar me esquecendo de alguma outra banda, a última banda que tem uma história no rock e que continua "viva", porque outras bandas, que, bem ou mal, ainda fazem shows, ao meu ver, não tem mais o mesmo ímpeto que tinham antes. Não posso falar de muitas bandas, mas das que gosto e conheço um pouco posso citar como exemplo o Metallica, posso estar elipticamente enganado, mas o Metallica não é mais o mesmo dos tempos de ...And Justice For All e do álbum negro, não tem a mesma garra. Por isso, apesar de gostar bastante da banda, eu acho que não pagaria para assistir a um show deles (até porque seria um preço muito alto a pagar). Ah sim, não posso ser injusto e deixar de falar do extinto Guns 'N' Roses, que mesmo "existindo" não é o mesmo, e dessa vez falo literalmente, já que dos integrantes originais só sobrou o Axl.
Há também o fato de o PJ ainda existir e poder fazer shows, porque mesmo se bandas como Nirvana, Led Zeppelin, Black Sabbath, ainda existissem, mesmo tendo perdido a garra, e viessem ao Brasil eu com certeza iria aos seus shows, porque eles são história e bons pra caramba. Bem, nessa categoria eu incluo o PJ também, embora eles não tenham perdido o espírito (graças a Deus!!!).

Bem, é isso. Que venha o 4 de dezembro.
Até.

03 setembro 2005

Hoilá pra vocês parceiros de blog, companhia do paralelepípedo falador. Hoje vos falo vários assuntos variados de uma origem diferente.

Primeiramente, queria dizer que serei bem breve neste post. Hoje, não tem nada pra fazer, então estou aqui para gastar um pouco do meu tempo, e falar que eu sou totalmente contra o uso de abreviações e semelhantes em msns, orkuts, blogs, flogs, vidas reais, entre outros. Também sou contra todos o uso de excessivo uso de linguagem coloquial em msns, orkuts, blogs, flogs, vidas reais, entre outros. Esta é uma luta que todos nós deveremos enfrentar daqui em diante (deve ter erros de ortografia, mas peo menos tentei não usar linguagem coloquial e não abreviei nada). Temos que começar criando comunidades no orkut tipo: eu odeio o uso excessivo de linguagem coloquial e abreviações; ou eu adoro o uso da norma culta com pequenos acréscimos de linguagem coloquial; ou eu não tenho uma ne chama tere, nem torço pro flame, mas tenho uma nega chamada Tereza e torço para o Flamengo; entre outros exemplos.

Depois de ficar por extenso minha crítica, vamos ao que viemos digitar. Pois eu não vim aqui só para postar besteiras com algumas verdades, porque essas pessoas estão começando a abusar das abreviações.

Agora sim! Amanha tem jogo da seleção, Robinho é titular, isso, aquilo, auilo outro, e o palco será a nossa grande e conturbada Brasília, não a dos Mamonas, mas a do Distrito Federal. Acho que isso deve amenizar um pouco as alegrias que Brasília nos tem feito passar, os momentos de raiva, fúria e gargalhadas de vez em quando. Mas não é sobre isso que eu quero falar-lhes, pois odeio falar das mesmas coisas sempre, mesmo não tendo falado muito sobre este assunto aqui, mas acho que já falamos o suficiente. O assunto é sobre uma garota, e aqui fecho este post falando sobre uma garota. Mas antes de fechar, queria mencionar que neste momento eu devo estar conversando com o Caveira e com o Igreja (segundo o Gustavo). Também quero mencionar que ao término desse post o Marcio já deve ter-me telefonado. Agora sim vamos ao tão esperado assunto do dia.

About a girl (Nirvana)

I need an easy friend
I do, with an ear to lend
I do, think you fit this shoe
I do, but you have a clue

I'll take advantage while
You hang me out to dry
But I can't see you every night
Free

I'm standing in your lane
I do hope you have the time
I do, pick a number to
I do, keep a date with you School

Wont you believe it it's just my luck
No recess
You're in high school again

02 setembro 2005

PQP, maldita setinha para cima que apagou o meu post de 59 linhas. PQP, paciência tem limite. Mas tem problema não amanhã eu posto tudo de novo exatamente do jeito que estava, ou pelo menos com a mesma idéia. PQP, demorei exatamente uma hora pra escrever este post e tive esse esforço em vão. PQP, PQP. Mais é isso aí a vida continua e vamos em frente que atraz com z vem gente. E par não ficar muito curto esse post acrescentarei mais palavras.

O bolo tem gosto de formol com catuaba.

E para me animar um pouco está tocando Black da banda que vem no Brasil em dezembro. Valeu! E desculpem-me pelo PQP, mas assim já é demais, né.