29 maio 2008

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Separados na maternidade.

27 maio 2008

Filme e Música


Há algumas horas passou "Houve uma vez dois verões" no Sessão Brasil (Globo). Filme bacaninha lá dos pampas, tchê! Dirigido por Jorge Furtado (O homem que copiava (muito legal, também)), com atuação da bella ragazza Ana Maria Mainieri (Roza), André Arteche (Chico) e, pasmem, eu atuo nesse filme também, ou, pelo menos um sósia meu (ou seria eu sósia dele?)... bem, me refiro a Pedro Furtado (Juca).

Na época em que seu personagem pegava e defendia (ou tentava defender... ele mais apanhava, sejamos francos...) a personagem de Helena Ranaldi das raquetadas do nosso Tom Hanks, Dan Stulbach, na novela Mulheres Apaixonadas, alguns (entre eles nosso Guaxinim) me falaram que eu parecia com ele... Eu, francamente, não consigo ver a semelhança.

A trilha do filme é boa, também. Entre as músicas, está uma de co-autoria de Erasmo Carlos interpretada por Cássia Eller que me chamou a atenção (não sei porque...).

Nasci Para Chorar

Cássia Eller

Composição: Dion di Mucci / Erasmo Carlos

Eu levo a minha vida chorando pelo mundo
Talvez até tivesse algum desgosto profundo
Procuro na memória, procuro me lembrar
Mas eu não posso
Nasci para chorar

Se vejo uma garota olhando para mim
E ela me pergunta por que eu sou tão triste assim
Eu fico sem resposta, digo adeus e vou embora
Pois é hora
É hora de chorar

E ainda continuo a felicidade procurando
Mas sempre solidão e a tristeza encontrando
Às vezes desconfio que a alegria é ilusão
E que o amor, não entra no meu coração

Não sei por que razão eu sofro tanto desse jeito
As garotas dizem que ser triste é meu defeito
Eu quero é ser alegre, ter alguém para amar
Mas eu não posso, não posso, nasci para chorar

07 maio 2008

Sobre Morte

Me dá vontade de chorar
Quando a vontade de ir é maior que a de ficar

E não há ninguém que me olhe nos olhos...

Presença sem palavras é ausência
Mas não se vá...

Uma atitude e tudo será diferente

03 maio 2008

Civilization is over

Vamos, meu amor,
acomode-se confortavelmente,
neste novo modelo
iremos da inocência à corrupção em 1s

Quanto vale você, meu amigo?
Quanto você vale, meu amor?

Pega o dinheiro em seu bolso
e conta moedas
não se importaria se uma delas caísse e se perdesse
mas não a doaria a ninguém

Não, não há hipocrisia
e você nunca aceitaria um suborno menor que um milhão

Quanto vale você, meu amigo?
Quanto você vale, meu amor?