29 janeiro 2011

História sem fim

Este, sou eu. E isso aí no chão, é o fim da minha história. Na verdade, talvez o q eu tenha vivido até esse momento, ñ possamos chamar de vida. E para os senhores entenderem, voltemos ao início de tudo.
Bem, o q estamos vendo agora, sou eu nos braços do meu pai, logo após ter nascido. Como podemos perceber, ele está chorando, mas ñ de emoção. Muito pelo contrário, minha mãe acabara de ñ aguentar o parto e tivera morrido. Esse é o início da minha história, ou talvez, da não história q eu achei q vivi.
Apesar de tudo, meu pai me criou mt bem, nunca me faltou nada, smp tive de td. Ele era de família rica, então ele me smp pode me proporcionar uma vida de riqueza, com muitos brinquedos, td o q uma criança poderia sonhar. Talvez, esse tenha sido o problema. Não se pode ter td, sem haver consequências. Eu tinha tudo, sim, e aí vcs perguntam: "Então, como isso pode ser ruim?" E eu respondo exatamente dessa maneira: "Simplesmente por não ter aprendido a perder." Pode ser bem clichê isso, mas derrotas te ensinam mt mais q vitórias. E ñ estranhem eu estar contando isso com tanta certeza, sem aparentemente ter tido uma derrota visível. No fim disto, vcs entenderam o porquê.
Passemos para a minha juventude. Sempre estudei nas melhores escolas que vcs podem imaginar. Sempre gostei de estudar. Sempre procurei ficar com pessoas com o mesmo pensamento q eu. Não gostava de ficar com os derrotados. Não queria ser um. Apesar de mal saber q eu era um deles. Na verdade, muito provavelmente, eu estava invertendo os papéis. Brigas? Nunca me meti. Se alguém quisesse me bater, poderia, se me alcançasse. Sempre fui rápido. Mas eu bater em outro, não. Pra mim eram coisas de selvagens. E se me alcançassem, eu aguentava bem as pancadas, além de smp ter sabido me defender. Meu pai, além de empresário, era faixa preta de jiu jitsu. Vendo essa cena, vcs podem falar "Mas esse ñ é vc brigando?". Não, aí eu não tava brigando. Eu não batia em ninguém. Interpretação, meus jovens. O q eu falei foi q nunca bati, ñ falei q imobilizar é bater. Além disso, só tava me defendendo do jeito q eu sabia. Bem, até q tenho saudades desses tempos, sabe? Fui um certo tempo feliz.
Universidade... tempos difíceis, mas não os piores. Segui os rumos do meu pai. Eram 13h/dia só estudando, o resto era comer e dormir. Eu acreditava q estava fazendo o q era o melhor pra mim. Besteira! Mas o pior ainda estava por vir. O pior é o dia! Hoje! Hoje, seria o grande dia. Seria o dia da libertação! O dia do conhecimento! O dia da minha morte!