28 outubro 2005

A brincar. A brincar. Brincaremos, brincaremos sem parar. A brincar. A brincar. Brincaremos, brincaremos sem parar.

Conto 1
Capítulo Um____Uma história
Oi. Hoje acordei pensando em fazer algo diferente, algo de mais útil para minha carreira. Não é todo dia que uma pessoa acorda com inspiração para fazer certas coisas. Meu nome? Querem saber o meu nome? Como vocês não sabem? Melhor assim então. Meu nome não importa a ninguém agora, no final eu lhes digo.

O meu objetivo, hoje, é contar algo que me aconteceu 33 anos atrás. Não é nenhum conto de ficção, muito menos de horror, não acredito em demônios ou algo do tipo, mas é algo que vocês vão saber com o desenrolar da história, pois não quero arrancar-lhes a surpresa. Pois então vamos começar, começar é difícil, mas sem começo não há fim, então temos que partir do ponto que eu acho mais interessante de iniciar esta história.

Bom, era uma bela manhã de dezembro, tirando o calor infernal, tá, mas não podemos esquecer da linda aurora que estava se iniciando naquele momento. Era dia 15, se eu não me engano, do ano de 1977. Nesse dia nascera um que seria um grande homem, filho de homônimos de reis, sua mãe era Cléo (abreviação de Cleópatra, já que ela não gostava muito desse nome), e seu pai chamava-se Marcus Antônio, ele teve uma infância muito feliz, tirando as vezes em que a mãe lhe batia e o pai brigava com ele. O pai era um rapaz honesto, trabalhador e tinha um bom emprego no Banco do Brasil, naquela época era bom pelo menos. A mãe era uma dona de casa que sabia de tudo, inteligentíssima e também cozinhava como ninguém. O garoto tinha personalidade forte como o pai e era inteligente como a mãe.

O nome do garoto? É mesmo, ia já me esquecendo do nome do menino. Era Júlio. Ele quando pequenino era uma graça, mas à medida em que ia crescendo ficava cada vez mais nervoso, confuso, inseguro com as coisas ao seu redor. Um dia, ele, com os seus 15 anos, repentinamente acordou e foi à sala ver um pouco de TV, ficou parte daquela madrugada acordado ali no sofá a ver televisão com todos da casa dormindo, sem motivo, tranqüilo. Foi então que seu pai veio à sala e falou com Júlio para ir dormir que já era tarde. E ele respondeu com a cara de choro, mais ou menos assim:

- Não, pai. Eu não vou dormir até descobrir se é mesmo verdade. Não quero que a culpa seja minha pai. Não quero, não!

- Não chore, meu filho. Explique-me o que está acontecendo, meu filho? O que você quer descobrir? Qual o motivo do seu choro? - fala Marcus - Anda, meu filho, responda-me! Está preocupado com o quê? Eu quero lhe ajudar - continua com um tom de angústia.

- Não, pai, não é nada! Vou dormir, pai. Pode ficar sossegado.

- Como nada? Você me vem com uma história estranha dessas, e depois me diz que não é nada! Tudo bem, não vou forçá-lo a nada, mas pode confiar em mim quando quiser contar.

Depois desse episódio, os dois foram dormir. No dia seguinte, o garoto nem se lembrava mais do episódio. Isso deixou o pai muito preocupado com Júlio. Ele tentou conversar com o filho mais uma vez, mal sabia ele o que estava pra acontecer. O garoto com sua inexperiência não sabia o que dizer. Júlio estava perturbado com o que acontecera na madrugada do mesmo dia. Ele dissera ao pai uma mentira, quer dizer, duas. A primeira delas, que não lembrava do que tinha ocorrido anteriormente; a segunda, que não havia com o que se preocupar.

2 comentários:

Anônimo disse...

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