Instinto Primitivo
Olá. Sem nenhuma demora, vou partir pra nossa conversa de hoje.
Hoje, eu resolvi falar de uma maneira um pouco mais séria. Falar de algo que é estranho, desconhecido, sem cura, ou que se cura com o tempo. Não, não é de drogas, nem de AIDS que vos falo. E depois de acabar de escrever este texto, acho que todos irão (ñ, ñ é irã em português de portugal) me criticar, mesmo os que concordarem comigo, mas tudo bem ñ ligo, então vou contar até 3, e só aí vou começar este assunto que nos intriga.
!,@,#
Amor é um sentimento tão puro quanto uma cachaça; vícia e causa dor. Sentimento este que não existe na realidade, mas que é psicológico, havendo a possibilidade de se tornar real. Real ou virtual, não interessa, o que importa é que além de nós sermos seres (ao contrário é a mesma coisa) de certa capacidade de racionar (mas ñ é o fazemos), somos também seres muito egoístas e de má índole (eu acho que no contexto está certo), e não seria justo um ser tão vil e cruel como o homem ser um ser (perceba que há ambigüidade) possuir um sentimento tão puro como este que vós é falado. Então, 'in my opinion'(I hate the english language): Nós, como quaisquer outros animais, somos seres dotados de um instinto, e esse é o nosso amor. O instinto é o que nos faz "amar", trair, etc. Ele não quer amar , quer a perpetuação, é essa a classificação dos nossos sentimentos. Não existe o amor se não existisse sofrimento. E as palavras ficam confusas sob a mais leve brisa que invade o meu sistema operacional (o cérebro), que é o aparelho que é o que nos engana. Sem conclusões precipitadas, por favor.
Se você acha que o que foi dito acima é falso, então viva sua vida ao lado de sua amada; se for, há várias Anas, Brunas, Carlas, Déboras, Evas, Fátimas, Gabrielas, Helenas, Isabelles, Júlias, Karmas, Letícias, Marianas, Nalvas, Olgas, Patrícias, Quimeras, Rafaelas, Sandras, Tânias, Uvas, Vitórias, Wandas, Xilocaínas, Yukinas, Zaratrustas,(ou se do sexo feminimo vc for, ponha tudo no masculino) para se procriar, escolha uma e seja feliz (mas esse já é outro assunto), por quê, ñ, né?
Amanhã, eu concluo esta minha existência, pondo aqui uma poesia que estava vagando por aí na mente antiga de um cara antigo (poesia essa que foi esquecida pelos imortais, e relembrada por um jovem que cursava sua, até então, oitava série, numa aula de português brasileiro) e que acha que está me comandando. (Note que nesta passagem do texto, o autor dá vida às teclas do teclado, que domina o narrador, virando assim uma espécie de Inteligência Artificial).
Tchau. Vaaleeu! Vaaleu! Valeu!
- Nada disso faz sentido - grita alguém na platéia.
- Eu já estou no auge da minha loucura - diz o narrador - eu preciso parar por aqui, isto é sério - finaliza.


Nenhum comentário:
Postar um comentário